quinta-feira, 2 de abril de 2009

A Sala Clara da Tortura / Intervenção-Obra-Experiência #1 Fortaleza-CE, 31/03/09.



48h DITADURA NUNCA MAIS nos dia 31 de março e dia 01 de abril -Fortaleza-CE
Situ-Ações Micropolíticas no Cotidiano partindo de Intervenções-Obras-Experiências pontuais e efêmeras.
Título:
A Sala Clara da Tortura
Natureza da Situ-Ação:
Performance
Realização:
Coletivo Curto-Circuito
Descrição:
Ações Performativas em ambiente urbano de intensa circulação de habitantes inspiradas na exposição A Sala Escura da Tortura, apresentada pela primeira vez em Paris, em 1973.
A mostra é formada por trabalhos de quatro artistas latino-americanos exilados em Paris na década de 1970 que pintaram seus quadros a partir de depoimentos do cearense Frei Tito. A idéia do Coletivo Curto-Circuito é tornar a sala escura em sala clara, isto é, desenvolver uma experiência na luz do dia criando interferências nos espaços públicos urbanos da cidade de Fortaleza.
Criar situações-realidade de forma imediata através de fragmentos de memórias e das imagens produzidas na instalação do Grupo Denúncia, explorando a ambigüidade entre arte-ação e a vida real.
Documentação:
http://coletivocurto-circuito.blogspot.com/
Intervenção-Obra-Experiência #1
Fortaleza-CE, 31/03/09.

Confiram!!!
David da Paz.
[Bandido-Gentil-Homem]

Pra trás Brasil - 45 anos pós-golpe





>> Pra trás Brasil - 45 anos pós-golpe, série de entrevistas. Belém: Praça da Bandeira, dia 31 de março as 10h.
>>
>> Colocar na ordem do dia o regime militar brasileiro – que durou quase 40 anos - significa assumir um compromisso com o presente deste país, que não pode apagar o seu passado, sob pena de não compreender o seu futuro, porque, afinal de contas, ainda há uma nova HISTÓRIA para ser escrita pelas mãos das gerações que lutaram e lutam por um mundo dignamente mais humano. PRA TRÁS, BRASIL referencia um simbolismo espacial, na medida em que todas as suas imagens (entrevistas) são captadas na Praça da Bandeira, em frente ao Quartel do Exército, centro de Belém, Pará, portanto, é um documentário contra a ditadura, que se caracteriza, dessa forma, como um ato de rebeldia e de protesto contra o silêncio e todas as formas de omissão, opressão, repressão e preconceito político.No documentário, o engenheiro agrônomo Humberto Cunha, ele próprio torturado pela ditadura na década de 60 – e, apesar disso, um grande construtor das lutas populares amazônidas, fundador da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, sendo também responsável pela formação política e cultural de várias gerações paraoaras -, responderá perguntas por mim formuladas. É com este espírito que produzo, realizo, monto e projeto, nesta terça, dia 31 de março de 2009, 45 anos depois do golpe militar, este filme. Se você quer fazer parte deste processo, vá até a Praça da Bandeira e faça uma pergunta para o Humberto Cunha, ou então envia uma pergunta, mas se você não pode nem ir até a Praça e nem mandar perguntas, aparece no Corredor Polonês Atelier Cultural (General Gurjão, 273, Campina), 20 horas, quando projeto este filme, no âmbito do Projeto Cinema de Rua (http://cinemaderua.blogspot.com). A História do Brasil agradece. Francisco Weyl

1964DITADURA1985 Em Quatipuru ; Belém/PA nas 48h em 02 locais de torturas durante a Ditadura Militar/Capital Internacional










Gritos para SuRrdos e Silêncio para ouvintes


> Gritos para SuRrdos e Silêncio para ouvintes, de DJ BIZARRO E MERRECA. Belém: Corredor Polonês Atelier Cultural. Rua General Gurjão 253 – Campina.
> SINOPSE: AS MANIFESTAÇÕES SONORAS MUSICAIS NA DITADURA SÃO OS ECOS DOS GRITOS TORTURANTES VINDOS DE DENTRO DOS PÓRÕES E SE TORNARAM HINOS DE RESISTENCIA CAN TADAS PELO POVO NAS RUAS. NOS DIAS 31 DE MARÇO E PRIMEIRO DE ABRIL O CORREDOR POLONES AMPLIFICA ESTES ECOS; DJ BIZARRO E MERRECA: MUSICA E POESIA NO ASFALTO. Atrações bizarras; o aborto da musica. 1- Sinopse: a musica esta dentro da escultura muda, coisificada dentro de si mesma. Seu nascimento é ao mesmo tempo o seu aborto é nominação da forma esculpida. 2 – Sinopse: Os ecos,as musicas, seus atores. A palavra muda. A palavra cantada. O som e o silencio da lembrança que resistiu ao esquecimento. 3- Sinopse: escultura muda e surda. fala ao meu ouvido/ musica feito silencio/ sobrevivente e vencido/ cores sem tom ou intensidade/ Suspiro um grito, descubro finito/ Criança sorrindo historia cantada/ Na beira da calçada tem uma menina cheirando cola/ Dentro do bar outra toma coca–cola/ gritos para surdos e silêncio para ouvintes.

Cinema de Rua, Dia 31 de março - Pra Frente Brasil, de Roberto Farias, 1982.



COLETIVO MADEIRA em ação em Rondônia nas 48h DITADURA NUNCA MAIS





quarta-feira, 1 de abril de 2009

48h DITADURA NUNCA MAIS, no Ná Figueredo Ano I

Agenda da Semana http://www.culturapara.com.br/agenda.html


Na próxima terça-feira, 31 de março, a Associação Fotoativa se integra à mobilização “48h Ditadura Nunca Mais”, que acontece em vários pontos do país, resgatando a memória deste período da história brasileira recente.

A idéia do evento “Ditadura Nunca Mais” surgiu da revolta de vários artistas diante da afirmação de um jornal de que o período entre 1964 e 1985 caracterizou-se por uma “ditabranda”.

Afinando-se a esta ação, a Fotoativa convida a todos os interessados em participar a levarem documentos ou fotografias (da época ou relacionadas ao assunto), para estender em um fotovaral que será montado na Praça das Mercês, a partir das 19h, em frente à sede da entidade.

A iniciativa é uma celebração democrática, uma forma de manifestação contra os “anos de chumbo” vividos pelo Brasil. Participe!

Todos estão convidados a levar fotos e documentos sobre o tema para pendurar no varal.

Associação Fotoativa - 25 anos
Ponto de Cultura - Minc/IPHAN
Utilidade Pública Estadual e Municipal
Praça das Mercês, 19 - Campina
Dia 31 de março (terça) às 19h
Informações: (91) 3225-2754
fotoativa@amazon.com.br
www.fotoativa.blogger.com.br

Matéria do Jornal O Liberal no dia do execrável Golpe Militar/Capital Internacional

Fotoativa pede: “Ditadura Nunca Mais”



Envie para um amigo


Para lembrar os anos de repressão que o Brasil enfrentou no período da ditadura militar, a Associação Fotoativa e o Espaço Cultural Ná Figueredo, realizam hoje uma programação cultural, como parte do projeto de mobilização nacional 'Ditadura Nunca Mais'. A partir das 19h, a Fotoativa irá montar um foto varal na Praça das Mercês, onde qualquer pessoa poderá trazer fotos ou documentos a respeito do período. Já no Espaço Cultural Ná Figureredo, a partir das 17h, será realizada a palestra 'Nunca Mais Ditaduras', com o historiador Pere Petit, e às 18h30, haverá show da banda Insolência Pública. Ainda no espaço será realizado, no dia 1, apresentação e performances de vídeo. O público ainda poderá conferir uma exposição com os artistas Armando Queiroz, Bruno Cantuária, Carla Evanovitc, Flávio Araújo, João Cirilo, Margalho Açu, Murilo Rodrigues, Ricardo Macêdo, Telma Saraiva, Valzeli Sampaio e Werley Oliveira. A programação é gratuita.

ORGANIZAÇÃO

Organizado pelos fotógrafos Michel Pinho e Bob Menezes, o fotovaral que será instalado na Praça das Mercês procura resgatar, em forma de protesto, os tempos difíceis de repressão e violência que o Brasil enfrentou de 1964 a 1985. As pessoas que forem até o local poderão pendurar fotos pessoais que remetam ao período, ou mesmo documentos como jornais ou revistas da época. Segundo Michel Pinho, a programação faz parte de uma mobilização nacional.

Por Luciana Medeiros http://holofotevirtual.blogspot.com/2009/03/ditadura-nunca-mais-artistas-musicos-e.html


30.3.09
Ditadura Nunca Mais: Artistas, músicos e historiador realizam manifesto cultural na Loja Ná Figueredo

Em mais uma das programações previstas para os dias 31 de março e 01 de abril, a loja Ná Figueredo será sede de manifesto cultural integrante do movimento nacional 48 h Ditadura Nunca Mais, que se desenvolverá em diversas cidades brasileiras durante estes dois dias, em memória às vitimas de tortura nos períodos de ditadura no Brasil.

A programação na loja Na Figueredo é uma das ações paralelas a ocorrer em Belém apresentando ao público exposição de artes visuais, shows e palestra. Fruto de uma organização coletiva a ação reúne em exposição os artistas: Armando Queiroz, Bruno Cantuária, Carla Evanovitc, Flávio Araújo, João Cirilo, Margalho Açu, Murilo Rodrigues, Ricardo Macêdo, Telma Saraiva, Valzeli Sampaio e Werley Oliveira, que mostram trabalhos que abordam temas relacionados à tortura e ao período ditatorial nos países da América Latina.

Além da exposição o evento apresenta a palestra “Nunca Mais Ditaduras” do historiador prof° Dr. Pere Petit da Faculdade de História da UFPA, e apresentações musicais com a banda Insolência Públika, considerada a 1ª banda punk de Belém, que retoma os palcos em duas apresentações no Na Figueredo e com o Dj Eddie Pereira.

O evento 48h DITADURA NUNCA MAIS é um espaço aberto que tem apenas a data fechada nos primeiros dias do famigerado golpe militar de 64, golpe este que implantou a DITADURA, que a Folha de São Paulo afirma não ter existido no período entre 1964 e 1985 no Brasil. O evento é mais uma ação de resistência ao período hediondo em que nem mesmo se podia reunir mais de três pessoas nas ruas para reivindicar os seus direitos. Homens e mulheres brasileiras foram brutalmente assassinados por defenderem a democracia em nosso país.

A articulação do evento que acontece também no Corredor Polonês, na sede do Fotoativa, começou a partir de conversas entre os artistas Arthur Leandro e Lúcia Gomes. Lucia havia se manifestado quando da prisão da adolescente na cela com 20 homens em Abaetetuba. Textos de teor saudosistas que amenizam a violência dos governos militares foi o mote para que ambos resolvessem provocar a reação. “afinal os artistas também foram peça-chave para a reação, contestação da ditadura”, Afirma Arthur Leandro. Na exposição serão mostrados alguns dos cartazes da ação coletiva denominada Criados-Mudos- Nascido na Ditadura.

Confira abaixo a programação na loja Ná Figueredo, que terá entrada franca. Participe!

DIAS 31/03 e 1°/04, de 10:00 h ÀS 20:00 h:
Exposição com os artistasArmando Queiroz, Bruno Cantuária, Carla Evanovitc, Flávio Araújo, João Cirilo, Margalho Açu, Murilo Rodrigues, Ricardo Macêdo, Telma Saraiva, Valzeli Sampaio e Werley Oliveira.

DIA 31/03:
17 h: Palestra “NUNCA MAIS DITADURAS”, com o historiador prof° Dr. Pere Petit (Faculdade de História da UFPA).
18h30: Show da banda Insolência Pública com exibição do vídeoclip de “Beirute Está Morta’, realizado por Valzeli Sampaio, Dênio Maués e Jorane Castro.

DIA 1°/04:
17 h: Show da banda Insolência Pública.
A partir de 18h30: Apresentação de performances e vídeo artes. Participação do DJ Eddie Pereira.

Serviço
Manifesto cultural integrante do movimento nacional 48 h Ditadura Nunca Mais. DIAS 31/03 e 1°/04, de 10:00 h ÀS 20:00 h na loja Na Figueredo(AV. Gentil Binttencourt, 449 - NazaréFones: (91) +55 3224 - 8948 / 2592 - Belém - Pará). Entrada franca.

Programação atualizada: 48h DitaDURA NUNCA MAIS


Programação atualizada: 48h Ditadura NUNCA MAIS

Março 31, 2009 às 8:57 pm · Arquivado em ditadura, performance política

Memórias…, vinhetas com experimentações sonoras da rede [aparelho]-: circulando em bike-som. Belém, bairros do Guamá e São Brás. 31 de março e 1 de abril.
SINOPSE: A rede [aparelho]-: faz circular conteúdos sonoros que relembram a violência praticada contra a juventude nos anos de chumbo, alertando para a necessidade de também denunciar situações similares vividas atualmente pelos jovens de periferia. Trajeto: entre o Mercado do Guamá e a Feira da 25, passando pelo terminal rodoviário.

Pra trás Brasil - 45 anos pós-golpe, série de entrevistas. Belém: Praça da Bandeira, dia 31 de março as 10h. Colocar na ordem do dia o regime militar brasileiro – que durou quase 40 anos - significa assumir um compromisso com o presente deste país, que não pode apagar o seu passado, sob pena de não compreender o seu futuro, porque, afinal de contas, ainda há uma nova HISTÓRIA para ser escrita pelas mãos das gerações que lutaram e lutam por um mundo dignamente mais humano. PRA TRÁS, BRASIL referencia um simbolismo espacial, na medida em que todas as suas imagens (entrevistas) são captadas na Praça da Bandeira, em frente ao Quartel do Exército, centro de Belém, Pará, portanto, é um documentário contra a ditadura, que se caracteriza, dessa forma, como um ato de rebeldia e de protesto contra o silêncio e todas as formas de omissão, opressão, repressão e preconceito político.No documentário, o engenheiro agrônomo Humberto Cunha, ele próprio torturado pela ditadura na década de 60 – e, apesar disso, um grande construtor das lutas populares amazônidas, fundador da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, sendo também responsável pela formação política e cultural de várias gerações paraoaras -, responderá perguntas por mim formuladas. É com este espírito que produzo, realizo, monto e projeto, nesta terça, dia 31 de março de 2009, 45 anos depois do golpe militar, este filme. Se você quer fazer parte deste processo, vá até a Praça da Bandeira e faça uma pergunta para o Humberto Cunha, ou então envia uma pergunta, mas se você não pode nem ir até a Praça e nem mandar perguntas, aparece no Corredor Polonês Atelier Cultural (General Gurjão, 273, Campina), 20 horas, quando projeto este filme, no âmbito do Projeto Cinema de Rua (http://cinemaderua.blogspot.com). A História do Brasil agradece. Francisco Weyl

VIDADURA $$, DITADURA SS, DITABRANDA ¿?, Xilogravura/Cartaz de Karlo Rômulo. Belém: postes da área comercial e Praça da Bandeira.

Gritos para SuRrdos e Silêncio para ouvintes, de DJ BIZARRO E MERRECA. Belém: Corredor Polonês Atelier Cultural. Rua General Gurjão 253 – Campina.
SINOPSE: AS MANIFESTAÇÕES SONORAS MUSICAIS NA DITADURA SÃO OS ECOS DOS GRITOS TORTURANTES VINDOS DE DENTRO DOS PÓRÕES E SE TORNARAM HINOS DE RESISTENCIA CAN TADAS PELO POVO NAS RUAS. NOS DIAS 31 DE MARÇO E PRIMEIRO DE ABRIL O CORREDOR POLONES AMPLIFICA ESTES ECOS; DJ BIZARRO
E MERRECA: MUSICA E POESIA NO ASFALTO. Atrações bizarras; o aborto da musica. 1- Sinopse: a musica esta dentro da escultura muda, coisificada dentro de si mesma. Seu nascimento é ao mesmo tempo o seu aborto é nominação da forma esculpida. 2 – Sinopse: Os ecos,as musicas, seus atores. A palavra muda. A palavra cantada. O som e o silencio da lembrança que resistiu ao esquecimento. 3- Sinopse: escultura muda e surda. fala ao meu ouvido/ musica feito silencio/ sobrevivente e vencido/ cores sem tom ou intensidade/ Suspiro um grito, descubro finito/ Criança sorrindo historia cantada/ Na beira da calçada tem uma menina cheirando cola/ Dentro do bar outra toma coca–cola/ gritos para surdos e silêncio para ouvintes.

Demarcação [mapeamento] dos locais usados pela ditadura militar para a prática da tortura em Belém do Grão Pará, rede [aparelho]-: + Corredor Polonês Atelier Cultural + quem se juntar a nós. Dia 31 de março, a qualquer momento.

-A-gentes, Coletivo Marginália e Palhaço Carne Seca. Belém, Av.
Perimetral entre a UFRA e a UFPA - Terra-Firme. 16h. É um boneco produzido pela galera do Marginália. Um boneco tamanho natural feito de garrafa pet. Vamos fazer radios livres nos pontos de onibus da avenida perimetral no bairro da terra firme. As paradas em frente a UFRA e UFPA. Coisa de meia hora em cada parada Cinema de rua - General Gurjão esquina da Bailique, Belém. início 19h com ou sem chuva.

Sessões precedidas do documentário “Pra trás Brasil”, de Francisco
Weyl, 2009. Sinopse: depoimentos audiovisuais de cidadãos que sofreram torturas nos anos de chumbo.

Dia 31 de março - Pra Frente Brasil, de Roberto Farias, 1982.
SINOPSE: Em 1970, em plena euforia do milagre econômico e da vitória da seleção brasileira na Copa de 70, um pacato cidadão da classe média, Jofre Godoi da Fonseca, é confundido com um ativista político, sendo então preso e torturado por um grupo que combate “subversivos”, patrocinado por empresários. A mulher e o irmão de Jofre investigam seu desaparecimento, pois não conseguem o apoio da polícia.

Dia 1 de abril - Os Doces Bárbaros, de Jom Tob Azulay, 1976.
SINOPSE: Para comemorar seus dez anos de carreira, em 1976, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa e Caetano Veloso formaram um conjunto para se apresentar nas principais cidades brasileiras, com repertório especial de Gil e Caetano. Tudo ia bem quando, depois de apresentações em São Paulo, Campinas e Curitiba, sempre com o maior sucesso, Os Doces Bárbaros se viram envolvidos num incidente policial em Florianópolis. Gil e o baterista Chiquinho Azevedo foram presos e uma luta começou para que os dois fossem libertados. O reinício do espetáculo aconteceu no Rio de Janeiro, onde durante dois meses o grupo lotou o Canecão. O filme de Jom Tob Azulay narra todas essas peripécias que foram noticiadas com destaque pela imprensa. Além do show, o diretor mostra o processo criativo dos artistas, os ensaios, o relacionamento com os fãs e a intimidade dos camarins. A Justiça, a polícia e o tratamento dado aos Doces Bárbaros pela imprensa também estão no filme. Mas fascinante mesmo é a revelação das personalidades dos quatro artistas, talentos inesgotáveis e mágicos.

Exposição e Programação Cultural na loja Na Figueredo. Belém: AV.
Gentil Binttencourt, 449 - Nazaré.
DIAS 31/03 e 1°/04, de 10:00 h ÀS 20:00 h:
Exposição com os artistasArmando Queiroz, Bruno Cantuária, Carla
Evanovitc, Flávio Araújo, João Cirilo, Margalho Açu, Murilo Rodrigues,
Ricardo Macêdo, Telma Saraiva, Valzeli Sampaio e Werley Oliveira.
DIA 31/03: 17h: Palestra “NUNCA MAIS DITADURAS”, com o historiador prof° Dr. Pere Petit (Faculdade de História da UFPA).
18h30: Show da banda Insolência Pública com exibição do vídeoclip de “Beirute Está Morta’, realizado por Valzeli Sampaio, Dênio Maués e Jorane Castro.
DIA 1°/04: 17 h: Show da banda Insolência Pública.
A partir de 18h30: Apresentação de performances e vídeo artes.
Participação do DJ Eddie Pereira.

FOTOVARAL. Fundação FOTOATIVA. Belém: Largo das Mercês. Centro.
Na terça-feira, 31 de março, a Associação Fotoativa se integra à
mobilização “Ditadura Nunca Mais”, que acontece em vários pontos do país, resgatando a memória deste período da História brasileira
recente. Para isso, convidamos todos a trazerem documentos ou
fotografias (da época ou relacionadas ao assunto), para pendurar em um fotovaral que será montado na Praça das Mercês, a partir das 19h. Junte-se a nós nessa iniciativa! Mais informações em breve no
http://www.fotoativa.blogger.com.br

A Sala Clara da Tortura. Coletivo Curto-Circuito. Fortaleza/CE:
espaços públicos urbanos. 31 de março e 1 de abril. Situ-Ações Micropolíticas no Cotidiano partindo de Intervenções-Obras-
Experiências pontuais e efêmeras. Natureza da Situ-Ação: Performance. Realização: Coletivo Curto-Circuito. Descrição: Ações Performativas em ambientes urbano de intensa circulação de habitantes inspiradas na exposição A Sala Escura da Tortura, apresentada pela primeira vez em Paris, em 1973. A mostra é formada por trabalhos de quatro artistas latino-americanos exilados em Paris na década de 1970 que pintaram seus quadros a partir de depoimentos do cearense Frei Tito. A idéia do Coletivo Curto-Circuito é tornar a sala escura em sala clara, isto é, desenvolver uma experiência na luz do dia criando interferências nos espaços públicos urbanos da cidade de Fortaleza. O Coletivo cria situações-realidade de forma imediata através de fragmentos de memórias e das imagens produzidas na instalação do Grupo Denúncia, explorando a ambigüidade entre arte-ação e a vida real.
http://coletivocurto-circuito.blogspot.com/

Projeto José Carlos, de Eliane Velozo. Belo Horizonte/ MG.
Vou pegar o nome de um desaparecido politico de Minas Gerais, o José Carlos de Mata Machado, a polícia diz que o cara foi morto no Recife, numa ‘troca de tiros’ na avenida Caxangá.. LOCAL ONDE EU MOREI O TEMPO TODO, NAS IMEDIAÇÕES DA CAXANGA.. SEMPRE PEGUEI OS ONIBUS, TODOS OS QUE PASSAM NA CAXANGA NO RECIFE… Ligar a camera de video … vou entrevistar algumas pessoas que tem o mesmo nome dele.. no caso José Carlos, pegar a lista telefonica e ligar pra pessoas que tem o nome desse dasaparecido politicfo…. e dizer.. alo.. to fazendo um video aqui.. posso te fazer uma pergunta sobre memoria do golpe de meia quatro.. dai eu fico gravando isso.. fazendo a pergunta e a voz das pessoas tambem sendo gravadas.. Depois publico no youtube. Eliane Velozo é pernambucana e reside em BH.
Criados-Mudos, nascidos na ditadura. Vários. Internet
http://criados-mudos.blogspot.com/

CRIADOS-MUDOS, NASCIDOS NA DITADURA… MANIFESTAÇÃO POÉTICA PROVOCATIVA DE UMA GERAÇÃO BRASILEIRA QUE CRESCEU SOB O REGIME DE VIOLÊNCIA DITATORIAL MILITAR, DE CENSURA E DE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS…. Imprima e copie os cartazes do blog, cole nas ruas de seu bairro, na sua escola, na igreja, no clube e em todos os lugares que considerar importante manter viva a memória de tempos ditatoriais….
se quiser participar do projeto, envie uma foto sua amordaçado e o ano de nascimento [de 1964 a 1985] para etetuba@uol.com.br

22/03/2009 Artias se mobilizam


Editorial da Folha revolta artistas Paraenses

Tortura, assassinato, abuso sexual e muitas outras formas de violência marcaram a ditadura militar no Brasil. Porém, não é o que acha o jornal “Folha de São Paulo”, que no editorial do dia 17 de fevereiro denominou os terríveis anos de repressão como “ditabranda”.

A partir daí, começaram discussões no país inteiro. Alguns artistas, revoltados com a opinião do jornal, decidiram se unir e protestar. Em Belém, o Corredor Polonês irá realizar o evento “48h Ditadura Nunca Mais”, nos dias 31 de março e 1º de abril.

“Essas datas marcam os dois primeiro dias do golpe militar, quando muitas pessoas não acreditavam no que tinha acontecido, por conta do conhecido ‘Dia da Mentira’”, explica Arthur Leandro. Arthur foi o primeiro artista paraense a se manifestar. “Eu estava conversando pela internet com a (artista plástica) Lúcia Gomes sobre o editorial da Folha e decidimos fazer algo para registrar a nossa indignação. Em pouco tempo, outras pessoas já estavam envolvidas”, conta.

O artista, que também utiliza a fotografia como expressão, construiu um blog denominado “Criados-Mudos, nascidos na ditadura” (http://criados-mudos.blogspot. com) e postou uma foto sua amordaçado. Logo em seguida, outras pessoas que também nasceram no período da ditadura enviaram suas fotos para serem postadas. A intenção é que as fotos sejam impressas e espalhadas pelos bairros de Belém.

“Essa manifestação artística não é contra a Folha de São Paulo, mas sim uma maneira de lutar pelos direitos humanos e pela preservação da memória da nossa história recente. O editorial foi apenas o mote desse movimento”, diz Arthur Leandro. O artista explica o motivo que o levou a fazer esse tipo de manifestação. “Minha experiência escolar marcou a minha vida, eu sentia muito medo. Nós não podíamos perguntar nada, caso contrário, meus pais poderiam ser punidos de alguma maneira. A foto com a mordaça foi um reflexo bastante pessoal de como eu enxerguei a ditadura”.

A programação do Corredor Polonês começa às 8h, nos bairros de São Brás e Guamá, com a transmissão de vinhetas que irão contar um pouco da história da ditadura. A partir das 10h, na Praça da Bandeira, Humberto Cunha e Ercília Fontelles, pessoas que foram torturadas na época da ditadura, serão entrevistadas. Já às 19h, em frente ao Corredor Polonês, o Cineclube irá exibir entrevistas com diversas pessoas que viveram essa época, além do filme “Pra Frente Brasil” (1983).

O longa mostra a Copa de 1970: enquanto os brasileiros torciam pela seleção que estava jogando no México, prisioneiros políticos eram torturados nos porões da ditadura militar e inocentes eram vítimas da violência. Todos esses acontecimentos são vistos pela ótica de uma família, quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador de classe média, é confundido com um ativista político e “desaparece”. Além de Arthur, muitos outros artistas estão envolvidos, como Isabela do Lago, Bruna Suelen, André Leite e Merreca 253. “Não somos um grupo fechado”, diz Bruna.

“Qualquer pessoa que queira se juntar a nós será bem-vinda. Não existe um chefe ou coordenador, o Corredor Polonês é o espaço que nos une”, diz Bruna. Em outras cidades, como Belo Horizonte, também ocorrerão manifestações. A artista Eliane Veloso, que é pernanbucana, chegou ao nome de um político desaparecido, que morreu na rua em que ela morava no Recife na época da ditadura. A artista decidiu então trabalhar com a memória.

“O nome do homem morto era José Carlos Mata Machado, então ela pegou a lista telefônica de lá e ligou para várias pessoas que se chamam José Carlos, perguntando a opinião delas sobe a ditadura. Essas entrevistas foram gravadas e serão exibidas em vídeo”, explica Arthur.

SERVIÇO: Dia 31, a partir das 19h, em frente ao Corredor Polonês (rua General Gurjão, 253, esquina com a Ferreira Cantão), realização do evento “48h Ditadura Nunca Mais”, com a exibição do filme “Pra Frente Brasil” no cineclube. Informações: 3222-7543.

(Diário do Pará)

Matéria do Diário do Pará no dia do execrável Golpe Militar/Capital Internacional


Para lembrar as vítimas de tortura do período da ditadura militar, cujo golpe completa hoje 45 anos, vários artistas do Pará se unem ao movimento nacional “48h Ditadura Nunca Mais”, que será realizado em diversas cidades brasileiras. Dentre diversos manifestos culturais que vão acontecer hoje e amanhã em Belém, está a programação da loja Ná Figueredo, que conta com uma exposição coletiva, palestra e show. Os artistas Armando Queiroz, Bruno Cantuária, Carla Evanovich, Flávio Araújo, João Cirilo, Margalho Açu, Murilo Rodrigues, Ricardo Macêdo, Telma Saraiva, Valzeli Sampaio e Werley Oliveira reunirão trabalhos que abordam temas relacionados à tortura e ao período ditatorial nos países da América Latina. A exposição, que conta com a curadoria de Telma Saraiva e organização de Ricardo Macedo e João Cirilo, poderá ser vista nos dois dias, das 10h às 20h, na loja Ná Figueredo.

Às 17h, será ministrada a palestra “Nunca Mais Ditadura”, com o historiador e professor da Faculdade de História da Universidade Federal do Pará, Dr. Pere Pelit. Logo em seguida, às 18h30, show com a banda Insolência Pública, que irá apresentar o vídeoclip da música “Beirute Está Morta”, realizado por Valzeli Sampaio, Dênio Maués e Aobra “OVaral”, de João Cirilo, estará na exposição na Ná Figueredo Jorane Castro. Amanhã, às 17h, a banda Insolência Pública volta ao palco e às 18h30, acontece uma apresentação de performances e vídeos artes, com a participação do DJ Eddie Pereira.

O movimento “48h Ditadura Nunca Mais” também será lembrado por artistas no Corredor Polonês, que apresenta, às 19h, no Cine Clube (Rua General Gurjão, 253), o filme “Pra Frente Brasil” (1983). Antes, será exibido um vídeo com relatos de pessoas que foram torturadas nessa época. A Associação Fotoativa se integra ao movimento e convida as pessoas a levarem documentos, fotografias e recortes de jornais que tenham relação com o assunto, para montar um fotovaral, que será exposto a partir das 19h, na Praça das Mercês. Outra manifestação é a do artista paraense Arthur Leandro, que criou um blog denominado “Criados- Mudos – Nascidos na Ditadura”, onde diversas pessoas que nasceram nesse período, postaram suas fotos amordaçados. A intenção do trabalho é que essas imagens sejam impressas e espalhadas pelos bairros da cidade durante esses dois dias.

Hoje e amanhã (1º), das 10h às 20h, na loja Na Figueredo (Avenida Gentil Binttencourt, 449), realização do manifesto cultural integrante do movimento nacional “48h Ditadura Nunca Mais”, com exposição, palestra e show. Entrada franca. Informações: 3224–8948.

(Diário do Pará)

Convite



Convidamos a todos os artistas, produtores culturais, Quadrilhas e Pássaros Juninos, Grupos Folclóricos, Escolas de Samba, Blocos de Carnaval, amantes da arte e cidadãos em geral para realizarem
48h DITADURA NUNCA MAIS nos dia 31 de março e dia 01 de abril.
Mais uma Ação de resistência ao período hediondo em que nem mesmo se podia reunir mais de três pessoas nas ruas para reivindicar os seus direitos, homens e mulheres brasileiras foram brutalmente assassinados por defenderem a democracia em nosso país... Hoje cabe a nós resgatarmos a memória da história recente do Brasil que os vendidos de sempre tentam apagar.
Qualquer manifestação que elucide, execre, denuncie as atrozes práticas desse nefasto período é bem-vinda nas 48h DITADURA NUNCA MAIS, um espaço aberto que tem apenas a data fechada nos primeiros dias do famigerado golpe militar de 64. Golpe este que implantou a DITADURA que aquela impren$a afirma não ter existido de 1964 a 1985 no Brasil.

PS. Segue em anexo um dos convites do evento, qualquer um tem direito a produzir outros.